sábado, 13 de dezembro de 2008

Sábado

Os sons, o cheiro.
E as cores dos panos.

Um teatro sob o céu.
O fogaréu das brasas
Frigindo o fígado mal passado.

O passado preso ao chapéu de palha...
As sandálias de couro
dando o ritmo da musica
da feira...

3 comentários:


  1. georgio, ler seus poemas é um imenso prazer!

    a sua sensibilidade na poesia tbm me sensibiliza e me leva a outros níveis do ser... e outros olhares.

    obrigada!

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  2. não sei exatamente o motivo, mas certos poemas me remetem à músicas já ouvidas. estava lendo os seus e é como se eu estivesse lendo o encarte de um disco do Lenine. não me pergunte o porquê, nunca sei explicar...

    me identifiquei muito com um poema lá de novembro, Verdades. gostei bastante da parte I dos Contos Canibais (rápido e sorrateiro como diria um velho professor).

    um belíssimo trabalho (e esse não é o comentário de quem não tem o que dizer e posta um elogio pra disfarçar, gostei mesmo).

    bjs e obrigada pela visita.

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  3. Que lindo sábado!
    O sacrifício do circo!
    A balbúrdia da feira.
    Sensível, solícito e conciso.
    Abre um mundo.
    Marie

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