quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

EPIGRAMA




Deixei neste espelho minha face
Feito uma foto em movimento

E como o vento fui andando
Andando e me corroendo

Hoje, ante o vago tempo
Pouco me resta do vão momento



3 comentários:

  1. Porque não és Fausto, nem Gray.
    Deixa o espelho, envidraçar o momento.
    Segue tu a procurar o rio para banhar teu ser mutável.

    Georgio, o comentário anterior é realmente sincero, e como sou catarina e facinha, facinha, falou em ganhar lá tô eu de mão posta e aberta a espera. Vou adorar ler teu livro.
    Meu e-mail é: mariane.corbetta@gmail.com
    Desde já, muito obrigada.
    Grande abraço
    Marie

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  2. Gracioso, sonoro, convidativo, filosófico: um poema completo.

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  3. Todo momento é vão quando não há mais nem a própria face pra cotar história.


    Abraço.

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