quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

METÁFORA

Sou o que sou
sou cais
andarilho de destino comum

Sem tréguas
nem datas

Numa estrada aberta
entre meus dedos...

2 comentários:


  1. seus dedos abrem mais do que estradas, georgio:

    abrem até corações, almas
    com essas palavras.

    beijos

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  2. Giorgio!
    Pavitra tem razão. Tua poesia vai direto ao coração.Obrigada pelo link e um abraço

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