terça-feira, 10 de março de 2009

Dos dias na roça.


Aquietar o corpo na
beira do fogo de lenha.

Ouvir a brasa estalar
confidenciando o caos
amarelo.

Com o vento
ver as línguas da
labareda lambendo
a boca da panela de barro.



Um comentário:

  1. não conhecia esse cantinho. que cheirinho bão dimais da conta, uai. de coralices, de doce e de lenha. ai que saudade da minha vida... "vou fugir desse marasmo, vou morar no matagal, no mato a gente anda descalço e pode tomá banho nu, e de manhça comê chapati, a tarde tomo um chimarrão..."

    é meu sonho, além de elis :) belo achado :)

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