quinta-feira, 12 de março de 2009

Poeira


É de chão,
desta poeira de estrada
este pó silencioso
e cinza

este gris
que emoldura a tarde
sertaneja
que me enche os olhos
esferas cintilantes
vendo esta cena que se monta agora


Eu ainda vejo a lua, como ontem, bem cheia, linda,como daquela vez que vi no cinema.Uma cor que não se define. A estrada lembra Felini. É real, mais parece cinema quando consigo ver o meu dia do inicio ao fim, bem de noite quando já cerrando as pálpebras adormeço...


Um comentário:

  1. muito bonitos os teus versos, me soou algo de solidão...obrigado pelo link em meu blog.

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