sexta-feira, 3 de abril de 2009

Assim

Carros espalham a água
que a chuva deitou
deixo os últimos pingos
cair sobre o rosto
e andando vejo
o trajeto das núvens
seus silênciosos movimentos
suas siluetas, andando
enquanto a tarde desfila...

3 comentários:

  1. Muito lindo!
    A chuva "deita" águas" e o espetáculo, sua mente dispõe.

    Parabéns, Georgio.

    Sucesso!

    Abraços

    Mirze

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  2. e a vida espirra...por todos os poros...muito bom o poema.

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  3. Quintana, ele sempre, achando uma saída para este complicado sentimento!

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