domingo, 4 de outubro de 2009

Mais uma tentativa

DECALQUE


Creio que aos poucos

bebo dos ventos das janelas,

das árvores ,

que cultiva o mestre vento

em seus dispersar de sementes.


Acredito na exortação dos galhos,

em sua mítica dança avançando

nos finais de tarde.


Acredito no rumo que tomam as

aves,em sua migrante condição de

seres alados.


Acredito no sol, em sua chama

que chamamos raios.


Força que faz firmes raízes.


Acredito.


E minha cidade, só,

se perde na rasura fotográfica

de ter sido.


Resta-me a cena,

e o som dos galhos distantes,

congelados em papel e verniz

na inquietação da retina.


4 comentários:

  1. "Acredito no sol, em sua chama..."
    Muito bom...todo o poema!
    Abbraccione, amico mio!

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  2. Georgio é um poeta crédulo, aliás uma pessoa de todo crédula. Conserve essa qualidade, meu caro, que não é à toa que lhe têm aparecido os frutos de sua crença.

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  3. ...traigo
    sangre
    de
    la
    tarde
    herida
    en
    la
    mano
    y
    una
    vela
    de
    mi
    corazon
    para
    invitarte
    y
    darte
    este
    alma
    que
    viene
    para
    compartir
    contigo
    tu
    bello
    blog
    con
    un
    ramillete
    de
    oro
    y
    claveles
    dentro...


    desde mis
    HORAS ROTAS
    Y AULA DE PAZ


    TE SIGO TU BLOG:
    MODUS OPERANDI




    CON saludos de la luna al
    reflejarse en el mar de la
    poesia ...


    AFECTUOSAMENTE
    MODUS OPERANDI




    jose
    ramon

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  4. Belo poema, man.


    Tem selo para você lá no 100.

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