domingo, 6 de dezembro de 2009

AS panelinhas Viajantes e meu poema Eremita


EREMITA

Para Bárbara Joly, Wladimir Cazé e suas panelas viajantes

Acontece amigo
que a poesia requer sombra
uns poucos ventos soprados
nas páginas
olhares...

Estes lugares
secretos, donde vertem versos.

De cá olhamos, olhamos
e a vista curta da lida
nada divisa, além das partículas
de poeira

E só aceita o limo que se prende
em certas paredes.

Invejo as panelas
que não em vão viajam
enroladas nas roupas
e quietas conhecem lugares
de que apenas ouço que falem
de que vejo nas fotografias...


IMAGEM E TEXTO BASE :http://vinteecincoinquietacoes.blogspot.com/2009/12/panelinhas-viajantes.html

5 comentários:

  1. É chegada a hora do poeta parar de criar limo!!
    Te esperamos em Vitória.
    Beijo

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  2. Musas improváveis, as panelas. E não é que elas evocaram belas imagens & ideias desses 'lugares secretos, donde vertem versos'?

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  3. Então...tratemos bem das panelinhas...
    esmaques pra ti guri!

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