sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Para Alexendre Bonafim, amigo e poeta



Galope

Para Alexandre Bonafim


Brumas e fogos
em dorso de cavalo azul
incineração de vestigios


Silêncios e sendas
galgadas em expressão de relâmpagos
descem em doce e voraz Galope
deste vendaval de cascos de cavalo azul


Não só as chamas, nem só os ventos,
temos corpo de expansão de estrada
somos as chamas das crinas, as verdes cidades
onde entra o cavalo azul, que nos leva em silêncio...

7 comentários:

  1. Desculpa o comentário estúpido, mas é que lembrei da piada do boi verde...

    ResponderExcluir
  2. Olá!
    gostei muito deste poema e, como a Gerana, apreciei o final.
    Beijinhos

    ResponderExcluir
  3. Georgio: se vc também é aquariano, diga lá qual é o seu dia. será que é o mesmo meu?

    ResponderExcluir
  4. Georgio: se vc também é aquariano, diga lá qual é o seu dia. Será que é o mesmo meu?

    ResponderExcluir
  5. Georgio: se vc também é aquariano, diga lá qual é o seu dia. Será que é o mesmo meu?

    ResponderExcluir
  6. Minha terra tem poetas... Que coisa boa é contar com seu talento, Georgio, que já ultrapassa nossas limitadas fronteiras como um "cavalo azul". Boa sorte!

    ResponderExcluir