domingo, 3 de outubro de 2010

Domingo amanhece e deixa poema.




CAFÉ AÉREO

As moscas
zunindo ,
                 caindo,

(não na sopa)

aviões
       de
               guerra
sobre o açúcar,
             do café,
                        de manhã,
onde as facas refletem
                 azuis nuanças
do céu.

As narinas abrem-se,
abraçando o cheiro do café que
minha mãe faz,
ordenando suas mágicas frases secretas.


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